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  • A receita do sucesso: Com a estratégia certa, é possível reduzir impostos de padarias e confeitarias

    Para quem administra uma padaria ou confeitaria, a rotina já é desafiadora o suficiente. É preciso lidar com insumos perecíveis, equipe técnica, atendimento ao público e, claro, manter a qualidade dos produtos. No entanto, há outro fator que exige atenção especial e que pode fazer toda a diferença no sucesso do negócio: a carga tributária.

    A complexidade do sistema tributário brasileiro é conhecida de todo empreendedor. São tantas obrigações fiscais, taxas e siglas que, sem um acompanhamento especializado, é fácil cair em armadilhas que comprometem a lucratividade da empresa. O que muitos não sabem é que, com o planejamento certo, é possível reduzir legalmente os impostos pagos e, com isso, aumentar os lucros.

    Você sabia, por exemplo, que padarias podem pagar até 40% do seu faturamento em tributos, dependendo do enquadramento e das atividades declaradas? Mas essa realidade pode ser transformada com estratégias inteligentes.

    Os principais vilões da carga tributária

    Entre os tributos que mais impactam o setor estão:

    • ICMS, que pode chegar a até 25% dependendo do estado e produto
    • IPI, com média de 10%
    • PIS e Cofins, que variam de 0,65% até 7,6%, dependendo do regime

    No entanto, existe um detalhe essencial que poucos empreendedores conhecem: os produtos monofásicos.

    O que são tributos monofásicos e como eles podem reduzir seus custos

    Quando um tributo é classificado como monofásico, ele é recolhido apenas na origem da cadeia produtiva, ou seja, pela indústria ou importador. Isso significa que o comerciante, como a padaria ou confeitaria, não deve recolher novamente esses impostos ao vender esses produtos.

    Produtos como bebidas frias, por exemplo, muitas vezes se enquadram nesse regime. Ainda assim, é comum que empreendedores façam o pagamento indevido por desconhecimento, o que pode gerar uma carga tributária duplicada sem necessidade.

    Se essas situações forem bem identificadas, é possível reduzir significativamente os tributos pagos. Em alguns casos, padarias que se enquadram corretamente no regime tributário e aproveitam as regras dos produtos monofásicos podem ter sua carga tributária reduzida para cerca de 7% no Simples Nacional ou até 2% no Lucro Real.

    E se eu já paguei a mais

    A boa notícia é que os valores pagos indevidamente podem ser recuperados. Com a ajuda de um profissional especializado, você pode levantar documentos, como notas fiscais, e comprovar o recolhimento incorreto. A restituição pode acontecer em dinheiro ou por meio de compensação de créditos tributários válidos para o pagamento de impostos futuros.

    O prazo para recuperar valores pagos indevidamente pode chegar a cinco anos retroativos, o que representa uma oportunidade valiosa de recuperar capital e reinvestir no seu negócio.

    Estratégias para pagar menos e lucrar mais

    Além da atenção aos tributos monofásicos, outras estratégias eficazes para reduzir impostos em padarias e confeitarias incluem:

    1. Escolha do regime tributário adequado
      Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. A escolha correta depende do porte, da margem de lucro e das atividades exercidas
    2. Controle de estoque e despesas
    3. Manter registros precisos ajuda a garantir deduções corretas
    4. Aproveitamento de créditos fiscais
      Muitas vezes ignorados, esses créditos podem ser usados para abater valores de impostos futuros
    5. Planejamento tributário contínuo
      Não se trata de agir uma única vez, mas de adotar uma gestão estratégica com acompanhamento constante

    Gestão estratégica faz toda a diferença

    A carga tributária pode sim ser um dos maiores obstáculos ao sucesso de uma padaria ou confeitaria. Mas com informação, planejamento e o suporte certo, é possível transformar esse desafio em oportunidade.

    No Escritório Jade, estamos prontos para ser o parceiro estratégico da sua empresa. Atuamos com foco em resultados e oferecemos soluções personalizadas de planejamento tributário, recuperação de créditos e enquadramento fiscal correto. Com a estratégia certa, seu negócio pode pagar menos impostos e alcançar resultados ainda melhores.

    Entre em contato com a nossa equipe e descubra como podemos ajudar seu negócio a crescer com mais eficiência e lucratividade.

  • Acelerando o crescimento: Como a contabilidade pode mover o sucesso de centros automotivos

    Gerenciar um centro automotivo vai muito além de entender de carros. Envolve lidar com prazos apertados, alta concorrência, controle de estoque, mão de obra técnica, oscilação de demanda e, claro, muita responsabilidade com as finanças e obrigações fiscais. Nesse cenário, a contabilidade se torna uma verdadeira aliada do crescimento.

    Seja em oficinas mecânicas, auto elétricas, borracharias ou centros de estética automotiva, muitos empresários ainda tratam a contabilidade apenas como uma obrigação legal. Mas quem deseja crescer de forma sólida e profissional precisa ir além: enxergar a contabilidade como um instrumento estratégico para organizar, planejar e impulsionar o negócio.

    Neste artigo, o Escritório Jade mostra como uma boa gestão contábil pode transformar o dia a dia e os resultados do seu centro automotivo.

    A importância da contabilidade para centros automotivos locais

    Muitos centros automotivos enfrentam desafios como:

    • Dificuldade no controle de fluxo de caixa
    • Pagamento de impostos acima do necessário
    • Informalidade nas contratações
    • Falta de visão clara sobre lucros e prejuízos
    • Insegurança ao tomar decisões de investimento

    A contabilidade ajuda a resolver todos esses pontos. Com uma gestão contábil ativa, é possível:

    • Escolher o regime tributário mais vantajoso
    • Controlar melhor as entradas e saídas de caixa
    • Cumprir corretamente as obrigações trabalhistas e fiscais
    • Ter relatórios claros para tomar decisões com base em dados
    • Planejar o crescimento do negócio com mais segurança

    O que a contabilidade faz na prática?

    Um bom serviço contábil oferece muito mais do que a entrega de guias de impostos. Veja algumas entregas fundamentais:

    ✔ Análise de viabilidade financeira

    Será que o serviço que você oferece está realmente dando lucro? Qual é o ticket médio? Onde estão os maiores custos? A contabilidade ajuda a encontrar essas respostas.

    ✔ Planejamento tributário

    É comum ver centros automotivos pagando impostos indevidamente ou utilizando regimes tributários inadequados. Um contador especializado consegue ajustar isso, gerando economia sem riscos.

    ✔ Organização trabalhista

    Regularizar a equipe, pagar os encargos corretamente e evitar ações trabalhistas: tudo isso passa pelo acompanhamento contábil correto.

    ✔ Projeções e metas financeiras

    Com base nos números do negócio, é possível planejar contratações, aquisição de novos equipamentos ou até a abertura de uma nova unidade.

    Três bons motivos para investir em contabilidade estratégica

    1. Você entende, de verdade, a saúde financeira do seu negócio

    Com relatórios mensais e projeções claras, você sabe onde o negócio está ganhando e onde está perdendo. Isso dá controle e segurança.

    2. Evita surpresas com o Fisco

    Com a contabilidade em dia, sua oficina ou centro automotivo cumpre corretamente todas as exigências fiscais, evitando multas e penalidades.

    3. Abre portas para crescer

    Empresas organizadas financeiramente têm mais facilidade para conseguir crédito, negociar com fornecedores ou atrair novos sócios e parcerias.

    Conte com a gente

    A contabilidade não é um custo: é um investimento em controle, segurança e crescimento. Para centros automotivos locais que desejam se destacar em um mercado competitivo, contar com uma contabilidade especializada é o caminho mais curto entre a estabilidade e a expansão.

    O Escritório Jade atua ao lado de oficinas e prestadores de serviços automotivos, oferecendo orientação personalizada, linguagem simples e soluções práticas para o dia a dia.

    Quer acelerar o crescimento do seu centro automotivo? Fale com a gente!

  • Declaração do IRPF 2025 entra na reta final e milhões ainda não enviaram

    A Receita Federal está em contagem regressiva, pois o prazo para o envio da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2025, referente aos rendimentos de 2024, termina às 23h59min59s do dia 30 de maio.

     

    Até agora, mais de 25 milhões de brasileiros já entregaram o documento, mas ainda restam cerca de 20 milhões de declarações pendentes. A expectativa é que 46,2 milhões de contribuintes cumpram essa obrigação dentro do prazo. Ou seja, estamos oficialmente na reta final, e a recomendação é clara, é preciso atenção total aos detalhes. Erros simples ou omissões podem levar o contribuinte à malha fina e, em muitos casos, adiar a tão esperada restituição.

     

    Declaração pré-preenchida

     

    Uma das grandes apostas da Receita Federal para agilizar o processo este ano é a declaração pré-preenchida, disponível para quem tem conta gov.br com selo prata ou ouro. O recurso tem conquistado os contribuintes: quase metade das declarações entregues até agora (47,9%) já utilizaram a funcionalidade, um recorde histórico.

     

    A ferramenta traz informações já disponíveis nos sistemas da Receita, como rendimentos, deduções, bens e direitos, permitindo mais agilidade na conferência e reduzindo as chances de erro. Quem opta por essa modalidade sai na frente: além da comodidade, a restituição tende a ser liberada mais cedo.

     

    Restituição: organização vale dinheiro

     

    Outro ponto importante é que quem entrega antes, recebe antes. Contribuintes que usarem a declaração pré-preenchida e indicarem a chave Pix com o CPF como forma de recebimento têm prioridade na hora de receber a restituição, unto com os grupos legalmente preferenciais, como idosos, pessoas com deficiência, portadores de doenças graves e professores.

     

    O primeiro lote será pago já no dia 30 de maio, data final para envio da declaração. Os demais lotes seguem até o fim de setembro de 2025.

     

    Conte com o Escritório Jade

     

    Se você ainda não declarou o IR ou tem dúvidas sobre como proceder, não deixe para a última hora. Nossa equipe está pronta para te ajudar com orientação, conferência dos dados e envio da sua declaração com total segurança.

     

    Evite correrias, multas e contratempos. Entre em contato com nosso escritório e envie sua declaração com tranquilidade e confiança. Fale com a gente agora mesmo e garanta sua restituição nos primeiros lotes.

  • Moda com margem: A gestão tributária inteligente que faz a diferença em lojas de vestuário e calçados

    Você sabia que muitos lojistas do setor de moda estão pagando mais impostos do que deveriam, simplesmente por não entenderem as regras fiscais que se aplicam ao seu negócio?

    A gestão tributária é um dos pontos mais estratégicos da contabilidade para lojas de vestuário. Quando bem feita, ela pode reduzir custos, evitar multas e melhorar o desempenho financeiro da loja. Quando é negligenciada, pode colocar tudo a perder.

    Neste artigo, você vai entender por que a gestão tributária é fundamental no varejo de moda e como aplicar boas práticas fiscais para manter sua loja competitiva e saudável financeiramente.

    Por que a gestão tributária é um desafio no setor de vestuário?

    A legislação tributária brasileira é complexa, e o setor de vestuário enfrenta particularidades como:

    • Variação de alíquotas: o mesmo produto pode ter alíquotas diferentes dependendo do estado ou até mesmo do tipo de tecido ou acabamento.
    • Classificação fiscal dos produtos: um erro no NCM (código que identifica mercadorias) pode resultar em pagamento indevido de impostos — ou, pior, em autuações.
    • Sazonalidade nas vendas: em períodos como festas de fim de ano ou troca de estação, o faturamento aumenta e pode levar a mudanças de faixa no Simples Nacional, por exemplo.
    • Venda em múltiplos canais: lojas que vendem tanto fisicamente quanto online precisam lidar com exigências fiscais distintas para cada canal, como o Diferencial de Alíquota (Difal) para vendas interestaduais.

    Os erros mais comuns na gestão tributária de lojas de moda

    Se você é dono(a) de loja de roupas, calçados ou acessórios, fique atento a esses pontos que podem estar prejudicando a saúde tributária do seu negócio:

    • Cadastro incorreto de produtos no sistema
    • Emissão de notas fiscais com CFOP inadequado
    • Não separação entre itens sujeitos à substituição tributária e itens com tributação normal
    • Falta de atualização sobre mudanças na legislação fiscal
    • Apuração errada de tributos no Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real

    Como melhorar a gestão tributária da sua loja de vestuário

    Agora que você já sabe os principais desafios, veja boas práticas que podem mudar o jogo:

    1. Atualize seu cadastro de produtos

    Um erro no NCM pode significar imposto a mais — ou multas. Cada peça precisa estar corretamente classificada.

    2. Revise seu regime tributário com frequência

    Seu volume de vendas e margens mudaram? O regime escolhido ainda é o mais vantajoso? Essa análise deve ser feita anualmente, com apoio de um contador.

    3. Utilize sistemas de gestão tributária

    Automatizar o cálculo de tributos, a emissão de notas fiscais e a geração de relatórios reduz erros e melhora a tomada de decisões.

    4. Fique atento às obrigações acessórias

    Além do pagamento de tributos, há declarações periódicas exigidas pela Receita Federal e pelos fiscos estaduais. O não envio pode gerar penalidades.

    5. Busque incentivos e benefícios fiscais

    Alguns estados oferecem incentivos fiscais específicos para o setor têxtil. Um contador especializado pode ajudar a identificar oportunidades de economia.

    O resultado: mais economia, menos dor de cabeça

    Com uma gestão tributária eficiente, sua loja de vestuário não apenas reduz custos, como também evita riscos fiscais, melhora o controle financeiro e ganha fôlego para crescer de forma saudável.

    👉 Entre em contato com a gente e descubra como podemos te ajudar a manter o caixa no azul, com estilo!

  • Ausência ou irregularidade nos depósitos de FGTS pode resultar na rescisão indireta do contrato de trabalho

    O entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-PR), reproduzido em sua Súmula 68, é de que a ausência ou irregularidade dos depósitos de FGTS constitui falta grave patronal e pode resultar na rescisão indireta do contrato de trabalho, conforme previsto no art. 483, alínea “d”, da CLT.

    📌 A rescisão indireta garante ao trabalhador o direito de receber:

    • Saldo de salário

    • Aviso prévio indenizado

    • 13º salário proporcional e indenizado

    • Férias vencidas

    • Férias proporcionais e indenizadas (todas com o adicional de 1/3)

    • FGTS + multa rescisória de 40%

    💼 Trata-se, atualmente, de uma das principais teses adotadas por empregados na Justiça do Trabalho em ações que visam o reconhecimento da rescisão indireta.

    📚 Exemplo recente – TRT-9 (Paraná):

    RESCISÃO INDIRETA. AUSÊNCIA DE DEPÓSITO DE FGTS.
    Consoante posicionamento majoritário da 6ª Turma e sedimentado na Súmula 68 deste Regional, a ausência de depósitos, assim como a reiterada mora ou insuficiência no recolhimento dos valores alusivos ao FGTS, constituem, por si só, motivos relevantes para justificar a rescisão indireta do contrato de trabalho, com base no art. 483, “d”, da CLT.

    Conforme o Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº 0001116-74.2017.5.09.0000, julgado em 30/10/2017, consolidou-se o entendimento de que a ausência, mora reiterada ou insuficiência dos depósitos do FGTS configura falta grave do empregador.

    (TRT-9 – ROT: 0000955-79.2023.5.09.0121, Relatora: Des. Odete Grasselli, Julgamento em 12/12/2024, 6ª Turma)

    ⚠️ Há casos, inclusive, em que mesmo o trabalhador tendo pedido demissão, consegue, em decorrência das irregularidades no FGTS, converter o pedido em rescisão indireta. E, não raramente, há também condenações por danos morais.

  • A nova regra NR-1 obriga empresas a cuidar da saúde mental dos funcionários? Entenda

    A saúde mental no ambiente de trabalho agora é assunto sério — e obrigatório. A partir de 26 de maio de 2025, todas as empresas que atuam no Brasil precisarão adotar medidas para prevenir problemas psicológicos entre os colaboradores. A mudança vem com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego em agosto de 2024.

     

    Mas o que isso significa na prática?

     

    Significa que não basta mais só cuidar da segurança física. As empresas devem agir também para evitar o estresse excessivo, conflitos, assédio, cobranças abusivas, falta de apoio, metas inalcançáveis e jornadas muito longas — fatores que estão diretamente ligados ao adoecimento mental.

    Por que isso é tão importante?

    Nos últimos anos, especialmente depois da pandemia, o número de afastamentos por questões emocionais disparou. De acordo com estudos da It’sSeg, em 2023 houve um aumento de 20% nos afastamentos relacionados à saúde mental. Ou seja, cuidar da mente virou questão de saúde pública — e também de produtividade.

     

    Segundo Danilo Nakandakare, superintendente de gestão de saúde da It’sSeg, essa nova exigência pode ser um divisor de águas: “Desenvolver um plano de prevenção e tratamento dos transtornos mentais é um marco importante para toda a sociedade.”

    O que as empresas precisam fazer?

    Para ajudar os negócios a se adaptarem às novas regras e criarem um ambiente mais saudável, a It’sSeg separou 4 passos essenciais:

    1. Capacitar líderes para uma gestão mais humana

    Os líderes têm papel fundamental nesse processo. Eles precisam ser treinados para manter uma comunicação aberta, acolhedora e atenta aos sinais de desequilíbrio emocional nas equipes. Com apoio do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho), é possível preparar as lideranças para esse desafio.

    2. Fazer diagnósticos e acompanhar de perto

    É preciso mapear e monitorar os riscos. Ferramentas como o Censo de Saúde Mental, a HSE Indicator Tool e pesquisas internas ajudam a identificar sinais de alerta. Além disso, analisar dados como faltas frequentes, rotatividade e clima organizacional faz toda a diferença.

    3. Criar um ambiente seguro e acolhedor

    As pessoas precisam se sentir seguras para falar, errar e pedir ajuda. Estimular a escuta ativa, dar feedbacks construtivos e combater qualquer tipo de assédio ou discriminação são atitudes que fortalecem a saúde mental no trabalho.

    4. Oferecer apoio psicológico e programas de reabilitação

    Contar com canais de escuta, oferecer benefícios como terapia e atividades de bem-estar, e criar políticas de inclusão para quem está voltando de um afastamento por motivos de saúde mental é essencial. Essas ações ajudam o colaborador e fortalecem a cultura da empresa.

    Vale mesmo a pena investir nisso?

    Mais do que uma exigência legal, cuidar da saúde mental virou estratégia inteligente de gestão. Como explica Marlene Capel, diretora da B2P, consultoria especializada em gestão de afastamentos: “Empresas que investem em saúde mental reduzem os afastamentos, os custos com o FAP (Fator Acidentário de Prevenção) e ainda se destacam no mercado por atrair e reter talentos.”

    Resumindo

    A NR-1 traz um novo olhar sobre a saúde no trabalho. Agora, além do capacete e do EPI, precisamos garantir também um ambiente que proteja o bem-estar emocional de todos.

    Se você é empresário ou gestor de RH, o momento é de ação. E o Escritório Jade está aqui para ajudar sua empresa a se adaptar a essa nova realidade com segurança jurídica e responsabilidade social.

  • Diagnóstico empresarial: Como clínicas e consultórios podem lucrar com a contabilidade

    A rotina em uma clínica ou consultório envolve muitas responsabilidades: atender pacientes, lidar com fornecedores, coordenar agendas e, claro, cuidar das finanças. Neste último ponto, é comum que os gestores da área da saúde se sintam sobrecarregados ou inseguros. Afinal, nem sempre médicos e profissionais da saúde foram preparados para lidar com planejamento financeiro, controle de custos e obrigações tributárias.

    É aí que entra a contabilidade estratégica. Muito mais do que emitir guias de impostos, a contabilidade pode ser uma aliada fundamental na tomada de decisões e na construção de um negócio financeiramente saudável. Mas, como exatamente isso acontece?

    Entendendo os números para tomar decisões melhores

    Imagine que uma clínica atenda, em média, 300 pacientes por mês, e mesmo assim o lucro líquido continua baixo. Sem uma contabilidade bem feita, é difícil entender o que está acontecendo. Pode haver excesso de gastos com materiais, falhas no controle de estoque, precificação mal calculada ou até inadimplência dos pacientes.

    Com relatórios contábeis atualizados, o gestor tem acesso a informações detalhadas como:

    • Custo por procedimento: qual o custo real de cada atendimento ou exame?
    • Despesas fixas e variáveis: onde estão os maiores gastos e quais podem ser reduzidos?
    • Indicadores de rentabilidade: quais serviços trazem mais retorno e merecem mais atenção?

    Esses dados permitem traçar estratégias inteligentes, como negociar com fornecedores, ajustar preços ou priorizar serviços mais lucrativos.

    Planejamento tributário: o que você paga pode estar além do necessário

    Um dos erros mais comuns em clínicas e consultórios é não revisar o regime tributário. Muitos negócios permanecem no Simples Nacional por comodidade, quando poderiam economizar optando pelo Lucro Presumido ou até pelo Lucro Real — dependendo do faturamento, margem de lucro e tipo de serviço prestado.

    Por exemplo, uma clínica odontológica que ultrapassou R$ 4,8 milhões de faturamento anual não pode mais permanecer no Simples. Se não houver planejamento prévio, essa transição pode causar um aumento significativo da carga tributária. Já com um bom contador ao lado, é possível antecipar esse cenário e adotar medidas para amortecer o impacto.

    Além disso, o planejamento tributário pode identificar créditos fiscais, incentivos ou benefícios aplicáveis ao setor de saúde, garantindo economia legal e segura.

    Fluxo de caixa: a base para a saúde financeira

    Vamos supor que um consultório tenha um bom faturamento, mas sempre enfrente dificuldades para pagar salários e fornecedores no início do mês. Isso pode ser sinal de um fluxo de caixa mal estruturado — o dinheiro entra, mas sai rápido demais ou nas datas erradas.

    Com a contabilidade acompanhando de perto a movimentação financeira, é possível identificar esses desequilíbrios e reestruturar prazos, renegociar contratos e até rever formas de pagamento. Ter previsibilidade sobre o caixa também ajuda a planejar investimentos com mais segurança.

    Contabilidade consultiva: você entende o que está sendo feito?

    A contabilidade tradicional entrega números. A consultiva, além dos números, oferece interpretação e orientação.

    Por exemplo, ao identificar que o custo com convênios médicos tem corroído parte do lucro, o contador pode sugerir:

    • Avaliar reajuste nos valores praticados;
    • Oferecer serviços particulares com diferenciais;
    • Criar pacotes preventivos com pagamento antecipado.

    Esse tipo de atuação vai muito além da burocracia: trata-se de enxergar o negócio com profundidade e oferecer soluções reais para os desafios do dia a dia.

    Invista no seu conhecimento: médicos também podem (e devem) entender de gestão

    Outro ponto importante é que, embora o contador seja uma peça-chave, o gestor da clínica também precisa ter noções básicas de finanças. Felizmente, já existem cursos, livros e plataformas voltadas especificamente para a realidade da área médica.

    Estudar temas como precificação, custos fixos x variáveis, margem de lucro, tributação e planejamento financeiro pessoal e empresarial pode transformar a forma como você enxerga e conduz o seu negócio.

    Conte conosco

    Aqui no Escritório Jade, entendemos que cada consultório e clínica tem suas particularidades e, por isso, oferecemos um serviço contábil personalizado. Atuamos de forma próxima, analisando cada aspecto financeiro, tributário e administrativo para oferecer soluções que realmente fazem diferença no resultado final.

    Se você deseja entender melhor o desempenho do seu negócio, pagar menos impostos dentro da lei e projetar um crescimento sustentável, conte com a nossa equipe.

    Cuidar da saúde financeira da sua clínica é tão importante quanto cuidar dos seus pacientes. E nisso, você pode contar com a gente.

  • MEI precisa se preparar para nova regra de emissão na emissão de NF-E e NFC-E em abril

    Está valendo desde o dia 1º de abril de 2025 para os Microempreendedores Individuais (MEIs), uma nova exigência na emissão de notas fiscais. A principal mudança é a obrigatoriedade de incluir o Código de Regime Tributário Simples Nacional – MEI (CRT 4) na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e na Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). Caso essa informação esteja ausente, a nota fiscal poderá ser rejeitada pelo sistema da Secretaria da Fazenda.

    O que muda na prática?

    Antes dessa atualização, a inclusão do CRT 4 não era uma exigência obrigatória para MEIs na emissão de notas fiscais. Agora, esse código passa a ser um campo essencial, garantindo que o documento fiscal esteja dentro das normas estabelecidas pela Nota Técnica 2024.002.

    Imagine um MEI que trabalha com a venda de roupas e emite notas fiscais regularmente. Caso ele esqueça de incluir o CRT 4 ao emitir uma NF-e para um cliente, a nota pode ser automaticamente rejeitada, atrasando a venda e causando transtornos. Com isso, é essencial revisar os procedimentos de emissão para evitar problemas.

    Códigos fiscais permitidos para MEI

    Outra mudança importante é a atualização da tabela de Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP), que define o tipo de operação realizada. Os MEIs deverão utilizar os seguintes CFOPs na emissão de notas:

    • Operações internas e interestaduais:202, 1.904, 2.202, 2.904, 5.102, 5.202, 5.904, 6.102, 6.202 e 6.904.

    Se a operação envolver um CFOP diferente dos listados, o empreendedor deve consultar a Secretaria da Fazenda do seu estado para evitar erros na classificação fiscal.

    Além disso, para vendas interestaduais destinadas a consumidores finais que não sejam contribuintes, não será necessário preencher informações sobre o Diferencial de Alíquotas (DIFAL), pois essa exigência não se aplica ao CRT 4.

    Por que essa mudança está acontecendo?

    A atualização faz parte das adequações da reforma tributária e tem como objetivo padronizar as regras de emissão de notas fiscais em todo o país. A Receita Federal, o Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat) e entidades municipais trabalharam juntas para desenvolver essa regulamentação, buscando mais clareza e uniformidade no sistema tributário.

    Como se preparar para essa mudança?

    Os MEIs devem revisar seus sistemas de emissão de notas fiscais e se certificar de que o CRT 4 está sendo incluído corretamente. Caso utilize um software de emissão de NF-e, é importante verificar se ele já está atualizado para atender às novas exigências.

    Se você é MEI e tem dúvidas sobre como se adequar a essa mudança, o Escritório Jade pode te ajudar! Nossa equipe especializada oferece suporte para garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade com as novas regras. Entre em contato conosco e evite complicações na emissão das suas notas fiscais!

  • Portaria 671/21: O que mudou e como isso afeta sua empresa?

    A Portaria 671/2021, publicada pelo Ministério do Trabalho e Previdência (MTP) em novembro de 2021, trouxe mudanças importantes na legislação trabalhista. Ela revoga as portarias 1510 e 373, que tratavam do controle de ponto eletrônico, e consolida diversas regras sobre jornada de trabalho, carteira de trabalho digital, registro de empregados e aprendizagem profissional. Com isso, a norma busca dar mais clareza e organização às diretrizes já existentes.

    Principais mudanças da Portaria 671/21

    A nova portaria trouxe várias atualizações importantes para empresas e trabalhadores. Entre os principais pontos, destacam-se:

    • Unificação das regras sobre controle de jornada eletrônico, revogando as portarias anteriores;
    • Atualização da carteira de trabalho digital, tornando-a padrão para todos os trabalhadores;
    • Padronização do registro de empregados, facilitando o processo de contratação;
    • Mudanças na aprendizagem profissional, com diretrizes mais detalhadas sobre férias, salário e jornada do menor aprendiz;
    • Novas regras para prorrogação de jornada em atividades insalubres;
    • Regulamentação do auxílio-creche, estabelecendo critérios mais claros para as empresas.

    Essas mudanças impactam diretamente gestores de recursos humanos, departamentos pessoais e empregadores, exigindo atenção especial para garantir a conformidade com a legislação.

    Controle de ponto eletrônico: o que muda?

    Uma das principais mudanças da Portaria 671/21 foi a atualização das regras para o controle eletrônico de ponto. Antes, havia dois modelos reconhecidos:

    1. REP-C (Convencional) – Relógio de ponto tradicional com impressão de comprovantes;
    2. REP-A (Alternativo) – Sistemas eletrônicos permitidos mediante acordo coletivo.

    Agora, há um terceiro modelo oficial:

    1. REP-P (Por Programa) – Registro de ponto digital via aplicativo ou sistema em nuvem.

    Com essa novidade, o ponto eletrônico via aplicativo ganhou regras mais claras e pode ser adotado sem necessidade de acordo coletivo, desde que o sistema garanta segurança nas marcações e emissão de comprovante eletrônico para o trabalhador.

    As empresas que utilizam sistemas de ponto digital devem verificar se estão adequadas às novas normas para evitar penalidades.

    Registro de empregados e carteira de trabalho digital

    A carteira de trabalho digital, introduzida pela Lei da Liberdade Econômica, agora é obrigatória. A Portaria 671/21 reforçou essa exigência e trouxe algumas mudanças importantes:

    • O registro do trabalhador deve ser feito no eSocial, eliminando a necessidade de anotações na carteira física;
    • As informações enviadas pelo eSocial substituem o preenchimento manual da CTPS, tornando o processo mais ágil.

    Isso significa que as empresas não precisam mais preencher manualmente a carteira de trabalho física, desde que informem corretamente os dados no sistema.

    Jornada em atividades insalubres: novas exigências

    A portaria manteve a regra da CLT (artigo 60), que exige autorização para prorrogação de jornada em ambientes insalubres. Porém, agora a autorização deve ser solicitada por meio do portal gov.br e a empresa precisa atender a alguns critérios:

    • Não ter autos de infração nos últimos dois anos;
    • Não ter registrado acidentes de trabalho graves;
    • Garantir pausas e intervalos previstos na legislação.

    Caso a empresa não cumpra essas exigências, a autorização pode ser negada ou cancelada.

    Auxílio-creche: o que muda?

    Outra novidade foi a regulamentação detalhada do auxílio-creche. Antes, a CLT determinava que empresas com mais de 30 mulheres deveriam oferecer um espaço para amamentação, mas sem especificar os requisitos. Agora, a norma estabelece critérios claros, incluindo:

    • Berçário com 3m² por criança;
    • Sala de amamentação com cadeiras confortáveis;
    • Cozinha para preparo de mamadeiras;
    • Banheiros para as mães e equipe do berçário.

    Se a empresa não puder oferecer esse espaço, pode optar pelo reembolso-creche, cobrindo integralmente os gastos com creche até os seis meses de idade da criança.

    Impacto da Portaria 671/21 nas empresas

    Diante dessas mudanças, as empresas precisam adotar algumas medidas para garantir a conformidade com a nova legislação:

    • Adequar o sistema de controle de ponto eletrônico conforme as novas regras;
    • Garantir que os registros de empregados sejam feitos corretamente no eSocial;
    • Cumprir os critérios exigidos para prorrogação de jornada em atividades insalubres;
    • Verificar a necessidade de oferecer auxílio-creche ou reembolso;
    • Garantir que os dados trabalhistas sigam a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    A Portaria 671/21 já está em vigor e o não cumprimento das novas normas pode resultar em penalidades para as empresas, além de possíveis ações trabalhistas. Portanto, é fundamental que empregadores e gestores de RH se atualizem e implementem as mudanças necessárias o quanto antes.

    Mantenha sua empresa em conformidade!

    As novas diretrizes da Portaria 671/21 impactam diretamente a rotina das empresas. Para evitar problemas trabalhistas e garantir um ambiente de trabalho seguro e regulamentado, é essencial acompanhar as mudanças e ajustar os processos internos. Se precisar de suporte para adequar sua empresa às novas regras, conte com o Escritório Jade! Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar sua empresa a se manter em conformidade com a legislação trabalhista.

  • Informe de Rendimentos Atrasado? Veja como regularizar antes do prazo do IRPF

    O prazo para a declaração do Imposto de Renda está se aproximando, e uma das primeiras etapas para cumprir essa obrigação é ter em mãos o informe de rendimentos. Esse documento é essencial para preencher corretamente a declaração, pois contém informações detalhadas sobre os ganhos do contribuinte ao longo do ano anterior.

    Empregadores e instituições financeiras tiveram até o dia 28 de fevereiro para enviar os informes de rendimentos aos seus empregados e clientes. Caso esse prazo não tenha sido cumprido, as empresas podem ser penalizadas com uma multa de R$ 41,43 por documento não entregue. Mas o que fazer se você ainda não recebeu esse documento?

    Passo 1: Entre em contato com a fonte pagadora

    Se você é assalariado e não recebeu o informe de rendimentos da sua empresa, o primeiro passo é procurar o setor de Recursos Humanos ou o Departamento Pessoal e solicitar o documento. Normalmente, as empresas enviam esse informe por e-mail ou disponibilizam em um sistema interno.

    Se você é cliente de um banco e precisa do informe para declarar rendimentos de investimentos ou conta corrente, verifique se ele está disponível no aplicativo ou site da instituição. Muitos bancos oferecem a opção de baixar o documento diretamente na área do cliente.

    Passo 2: Verifique outras formas de obtenção do informe

    Algumas empresas e bancos podem disponibilizar os informes por outros meios, como correio ou portais de autoatendimento. Vale a pena verificar todas as possibilidades antes de entrar em contato com a Receita Federal.

    Passo 3: Denúncia à Receita Federal

    Se, após solicitar o documento, ele ainda não for entregue, o contribuinte pode acionar a Receita Federal pelos canais oficiais e registrar uma reclamação. A não entrega do informe pode gerar penalidades para a empresa ou instituição financeira, então é um direito do cidadão exigir esse documento.

    Passo 4: Declaração incompleta e retificação posterior

    Caso você não consiga o informe de rendimentos antes do prazo final da declaração do IR, uma alternativa é enviar a declaração com as informações que você possui e, posteriormente, fazer uma retificação quando receber o documento correto. Dessa forma, você evita cair na malha fina e garante que sua obrigação fiscal seja cumprida no prazo.

    Atenção aos erros no informe de rendimentos

    Mesmo quando o informe de rendimentos é recebido no prazo, é fundamental conferir se os valores estão corretos. Erros no documento podem gerar inconsistências na sua declaração e possíveis problemas com a Receita Federal. Se você identificar qualquer divergência, solicite um novo documento corrigido.

    Conte com nosso Escritório

    Não receber o informe de rendimentos pode gerar preocupação, mas existem soluções para evitar complicações com a Receita Federal. O mais importante é agir rapidamente, entrar em contato com a empresa ou banco responsável e, se necessário, fazer uma reclamação formal. Caso o documento realmente não seja enviado a tempo, a declaração pode ser feita com informações preliminares e retificada posteriormente.

    Se precisar de ajuda para organizar sua declaração do Imposto de Renda, conte com o Escritório Jade! Nossa equipe está pronta para orientar você e garantir que tudo seja feito corretamente.

     

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